Futsal Alcaria
Para que todos os elementos do grupo tenham a percepção de onde nos encontramos, para onde queremos ir e que meios temos disponíveis para alcançar os objectivos a que nos propomos, dispomos desta forma de mais um meio que nos permitirá analisar desempenhos, discutir estratégias e alcançar resultados. Para que o futuro do Futsal em Alcaria seja uma realidade viável e sustentada.
31 janeiro 2006
Tribuna Desportiva (Vitória da outra "margem")

Por outro lado, a equipa dos Vales, que está cada vez mais perto da despromoção, não consegue equilibrar o bom desempenho do colectivo em situação ofensiva, com a sua produção defensiva, sendo este o calcanhar de Aquiles da equipa de Pedro Batista.
No jogo do passado Sábado, isso mesmo ficou provado mais uma vez.
O Vales do Rio começou melhor o desafio. Com boa circulação de bola, os jogadores da casa dominavam o seu adversário e poderiam ter chegado à vantagem ao minuto 5 através de uma jogada individual de David Sequeira, mas o poste direito da baliza de Barbosa nega o golo ao nº. 5 dos Vales. Minutos mais tarde, o mesmo jogador remata novamente ao poste da baliza do Alcaria que, contra a corrente do jogo chega à vantagem. Ricardo recebe a bola em zona frontal e remata forte para o primeiro golo da tarde. Se o resultado de 1-0 já era bastante penalizador para os da casa, mais ficado ficou quando Xina eleva para 2-0 através de uma excelente meia distância.
A partir daqui, os Vales do Rio baixou bastante o seu nível exibicional, e o Alcaria balanceado com os 2 golos começou a chegar com mais frequência junto do último reduto do Vales do Rio.
Aos 15 minutos, novamente Xina, desta vez de livre directo amplia para 3-0.
Ainda antes do intervalo, os muito espectadores presentes deste derby puderam assistir a mais dois golos. Primeiro para a equipa da casa, com David Sequeira a aparecer sozinho ao 2º poste após um canto e a encostar para o golo. Depois, na resposta, o Alcaria repõe a vantagem em três bolas de diferença por intermédio de Laranjeira.
Na etapa complementar, a partida não foi tão movimentado como o 1º tempo. Mas tal como sucedera no início da partida, pertenceram à equipa da casa as melhores oportunidades para marcar. Filipe Santos e Luís Elias estiveram muito perto de reduzir o marcador ainda no decorrer do 1º minuto do 2º tempo, mas Barbosa, com duas excelentes intervenções evita o golo ao adversário. Golo que apareceu à passagem do minuto 6 na transformação de um livre directo de Filipe Santos, reduzindo assim para 4-2.
No minuto seguinte, e com os Vales em inferioridade numérica depois da expulsão de Rui Santos, o Alcaria chega ao quinto golo. Laranjeira conclui ao 2º poste depois de uma boa circulação de bola colectiva.
Até ao final da partida, a equipa dos Vales ainda esboçou alguma reacção, mas o resultado não mais se alterou, ditando assim mais uma derrotada para a equipa dos Vales, que vê cada vez mais longe os lugares de permanência.
Ao passo que o Alcaria com esta excelente vitória realça as suas aspirações na luta pela permanência no 3º escalão do Futsal Português.
Quanto à dupla de arbitragem, temos que dizer que embora não tenha realizado uma má arbitragem, demonstrou autoritarismo a mais, numa partida que foi jogada de forma correcta por parte dos jogadores de ambas as formações.
Hélder Lopes
In “Tribuna Desportiva”
30 janeiro 2006
26 janeiro 2006
24 janeiro 2006
Kim Tó...falha livre 10 metros e "arruína" a carreira...da JOALTO!

Após ter falhado, no último Sábado, a concretização de um livre de 10 metros, no jogo que opôs Alcaria ao Grijó, Kim Tó entrou em grave conflito emocional, vivendo agora uma profunda crise existencial.
Em busca de si mesmo, Kim Tó abandonou a bola e os estudos, sobrevivendo com as "gorgetas" que, por misericórdia, lhe "dispensam"... Kim Tó, que já viveu o "estrelato", agora "arruma" carros, pelas ruas de Alcaria, qual Victor Baptista do Futsal do Fundão!
Juntos, vamos recuperar o Kim Tó!
Tribuna Desportiva (Alcaria cede no 2º tempo)

A equipa da casa, que vinha de um resultado positivo (empatara fora frente ao S. João) não conseguiu vencer no seu reduto o Grijó, numa jornada que era importante conquistar os 3 pontos, já que a equipa continua nos lugares de despromoção.
Contudo, a jogar perante o seu público, a equipa orientado por Paulo Goulart realizou uma das melhores primeiras partes desta época.
Nos 10 minutos de jogo, o Alcaria teve várias oportunidades para se adiantar no marcador, frente a uma equipa do Grijó que, surpreendido pela superioridade do seu adversário se limitava a “sacudir” a pressão.
Assim, logo aos 3 minutos Mipi tem um bom remate para defesa incompleta de Ciso. Ainda no decorrer do lance, a bola sobra para Ricardo que assiste Laranjeira, mas este atira cruzado ao poste.
Neste período, também esteve em destaque Zé Louro. Depois de uma boa iniciativa individual, a trocar as voltas aos adversários, o nª.11 da casa remata para grande intervenção de Ciso. No minuto seguinte, o mesmo jogador, depois de uma rotação sobre um adversário leva a bola a “esbarrar” na trave da baliza do Grijó.
A equipa orientada por Biscoito, antigo guarda-redes internacional e irmão de Formiga, actual jogador do Freixieiro, na primeira vez que chega perto da área do Alcaria, adianta-se no marcador. Barbosa precipita-se na saída e Bruno aproveita para rematar para a baliza deserta, inaugurando assim o marcador à passagem do minuto 12.
Apesar do golo forasteiro, a equipa da casa continuou a jogar muito bem. E, no minuto seguinte, Zé Louro combina com Laranjeira em situação 2:1 no ataque e, o nº. 15 do Alcaria não teve dificuldade em bater Ciso, igualando o placard a uma bola.
Ainda antes do intervalo, o Alcaria esteve por duas vezes perto de marcar. Primeiro, Ricardo, perante o guarda-redes do Grijó permita a defesa do nº. 12 forasteiro. E já na parte final dos primeiros 20 minutos Kim Tó desperdiça um livre de 10 metros.
Ao intervalo a igualdade era lisonjeira para a equipa de Grijó, já que a formação da casa teve inúmeras oportunidades para sair com outro resultado, que não o empate a uma bola, para o tempo de descanso.
No 2º período foi tudo diferente. A equipa do Grijó entrou mais pressionante e com outra determinação. Quem não se deu nada bem com a pressão do adversário foram os jogadores do Alcaria que demonstraram inúmeras dificuldades na organização ofensiva face à nova táctica adoptada pelo Grijó.
Ainda assim, Laranjeira teve a primeira grande situação de golo da etapa complementar. Isolado, permite a defesa a Ciso. Pouco depois, quem não falhou foi Bruno. Depois de um passe na diagonal de Nandinho, Bruno só teve de encostar ao 2º poste fazendo o 2-1. Quando ainda decorria o minuto 8 do 2º tempo, o Grijó amplia para 3-1, por intermédio de Nandinho.
Nesta fase do jogo, a equipa de Biscoito dominava por completo as incidências dentro da superfície de jogo, chegando mesmo ao 4º golo, a meio deste 2º período.
O Alcaria que teve muitos “furos” abaixo daquilo que produziu durante o 1º período só conseguiu esboçar alguma reacção após o golo de Zé Louro, quando este reduziu para 4-2 num remate de “raiva”.
O resultado final acabou por ser um duro golpe na recuperação do Alcaria, que ainda não conseguiu deixar os lugares de despromoção da tabela classificativa.
Helder Lopes
in "Tribuna Desportiva"
18 janeiro 2006
15ª Jornada (Alcaria - Grijó)
A contar para a 15ª Jornada, a A.C.Alcaria recebe no seu Pavilhão, a equipa do Grijó.
À 14ª Jornada, o Grijó apresenta-se com 22 pontos, consequência de 6 vitórias, 4 empates e 4 derrotas. Em relação a nós, soma mais 8 pontos.
Numa Jornada (a 15ª Jornada), em que se prevêem dificuldades para os nossos adversários directos, tendo em conta os adversários que irão defrontar (a JACA visita o “forte” Miramar, a Tocha defronta o ViseuFutsal, um dos primeiros, o Chelo desloca-se ao “líder” Gondomar e a Lagoa Parada visita a Gafanha, outros dos primeiros), a nós compete-nos fazer o nosso papel, ganhar o nosso jogo (até porque temos a “vantagem” de jogar em casa) e ficar à espera dos restantes resultados. No final, faremos o balanço da Jornada.
Em relação ao nosso adversário, o Grijó, pelo jogo da 1ª Volta, sabemos que, ofensivamente, assume claramente o 3:1, com um pivot bem definido, apesar de transformar muitas vezes em 2:2, fruto de boa circulação de bola e de rápidas combinações ofensivas, libertando sempre o apoio ao segundo poste. Variável a que teremos de ter muita atenção. Estatisticamente, contabilizam 73 golos marcados na prova, sendo um dos ataques mais concretizadores, o que denota a capacidade ofensiva da equipa.
Defensivamente, em relação ao jogo da 1ª volta, foi uma equipa a defender baixo e sem nos pressionar, aquela que defrontámos em Grijó. Estatisticamente, contabiliza 67 golos sofridos, uma das defesas mais “frágeis” da prova, contabilizando “apenas” menos 5 golos sofridos do que nós.
Com base nos dados, se definirmos bem os tempos de ataque e formos objectivos na posse de bola, com rápidas combinações ofensivas, poderemos criar dificuldades a uma equipa que é “frágil” defensivamente. Além disso, pela capacidade ofensiva que demonstra, evidencia uma equipa que assume o jogo, pelo que, teremos de ter a capacidade de explorar o balanço ofensivo do adversário, decidindo rapidamente as situações de contra-ataque, quer seja em situação de 3:2 ou 2:1.
Nunca deixando de equacionar que defrontamos um dos melhores ataques da prova, e que só poderemos ser “competitivos”, discutindo o jogo e o resultado, se a nossa actuação se pautar pela coesão defensiva, procurando sempre diminuir, ao adversário, o tempo para decidir (pressionando o homem da bola), e ocupando os espaços por onde os ataques possam progredir (cortando linhas de passe em torno do homem da bola).
Teremos de ser uma equipa “curta” (com as duas linhas defensivas próximas, não deixando entrar as “quebras” do adversário), pressionante no homem da bola (2:1 na ala, sempre que possível), e ocupando os espaços por onde o adversário progredir (ala contrário a “fechar” no meio).
Com posse de bola, uma equipa que saiba definir os tempos de ataque, distinguindo contra-ataque de ataque rápido, ou de ataque organizado.
Barbosa & Nhegas (GR Futsal, um posto específico)
“O guarda-redes (GR) constitui um elemento de excepção, de privilegiados direitos e de árduos sacrifícios. Este jogador específico assume multifacetadas funções, e exigentes responsabilidades”. (J.G.Braz)
O GR é um jogador distinto e perfeitamente diferenciado dos restantes colegas, no aspecto regulamentar, na sua forma de actuar durante o jogo e na apreciação global da sua actuação. Todas estas características, fazem do GR uma personagem diferente e imprescindível.
Assim, é importante dedicar-lhe uma atenção especial no treino. Pela sua importância no jogo, um GR tem de possuir diversas aptidões, divididas em três vertentes:
•Carácter
•Neurológica
•Física e Antropométrica
Carácter:
•Valentia
•Decisão
•Força Psicológica
•Equilíbrio
•Comunicação
Neurológicas
•Agilidade
•Coordenação
•Acrobacia
•Percepção Espaço-temporal
•Agressividade
•Velocidade de reacção / deslocamento
Físicas e antropométricas
•Velocidade
•Elasticidade
•Flexibilidade
•Instantaneidade
“Os jogos desportivos colectivos são designados desportos situacionais, na medida em que a actividade dos atletas se desenvolve em contextos cujas condições se alteram permanentemente”. (Morino, 1985)
A capacidade do GR se ajustar constantemente às situações que o jogo coloca, seleccionando as melhores opções para resolver as tarefas específicas, torna-se fundamental para o sucesso desportivo. O público em geral aprecia um GR que voa muito, que faz estiradas fenomenais. O tamanho da baliza de Futsal (3mtx2mt), dispensa muitas vezes essa necessidade de grandes quedas, voos e estiradas. Uma correcta colocação do GR evita ao máximo a queda o que lhe permite estar pronto a intervir novamente, variável determinante na prestação de um GR de Futsal. Ao contrário do Futebol, no Futsal, a utilização dos membros inferiores na execução das defesas, nas trajectórias média/baixas, são fundamentais. Nos remates com trajectória média/baixa, a velocidade de intervenção dos membros inferiores, pelo facto da proximidade com o solo, é superior à dos membros superiores.
O GR deverá estar sempre concentrado no jogo, e em todas as situações de ataque este deverá constituir um apoio para possíveis recepções de bola. Especialmente, quando a equipa está em desvantagem no marcador, e o GR assume funções de ataque.
Desta forma, deveremos centrar o treino específico do GR de Futsal nas seguintes variáveis:
•Aquecimento: Geral ou Específico
•Físicos: Agilidade, reflexos, velocidade e potência
•Técnicos: Colocação, defesas, saídas e lançamentos
•Tácticos: Situação 1:0, contra-ataque, situação 4:5
•Psicológicos: Valentia, decisão, agressividade
•Estratégia: Saídas de pressão, cantos, faltas, pontapés de linha lateral
•Regulamentares: Grande penalidade, livres directos ou indirectos, livres sem barreira
16 janeiro 2006
Agradecimento

Votos de Felicidades para a equipa de Futsal do S.João, que consiga atingir os seus objectivos desportivos, “compensando” desta forma os “investimentos” sociais de toda a Direcção.
14ª Jornada (S.João - 2 Alcaria - 2)

Em jogo a contar para a 14ª Jornada da Série B, da III Divisão de Futsal, a A.C.Alcaria deslocou-se a Coimbra para defrontar o C.S.S.João.
Um jogo de importância capital para o Alcaria, que defrontava um adversário directo, sobre o qual tinha a vantagem da vitória na primeira volta. Pelo facto do jogo se realizar no Domingo, tendo nós conhecimento dos resultados do dia anterior, sabíamos, à partida, que em caso de vitória “saltaríamos” dois lugares na tabela classificativa.
Assim sendo, foi uma equipa motivada, confiante e ciente das responsabilidades do jogo, aquela que entrou no Pavilhão para discutir o jogo. Com uma defesa baixa, mas pressionante, dando a iniciativa de jogo ao adversário e explorando os 20m que deixava livres nas costas, em situações de 3:2 bem planeadas, o Alcaria começou bem o jogo, surpreendendo o seu adversário. No entanto, seria o S.João a adiantar-se no marcador logo aos 3 minutos, num lance bem conduzido na ala, mas com Barbosa a ser infeliz na defesa baixa. Pronta resposta da equipa de Alcaria, que subiu as linhas de marcação, passando a recuperar mais vezes a bola e definindo melhor os seus tempos de ataque, criando boas situações para finalizar, continuando, no entanto, a explorar as situações de contra-ataque, sempre que elas se proporcionavam. Fruto de um destes contra-ataques, aos 8 minutos, em situação de 3:2 bem conduzida por Mipi, Laranjeira assistiu, ao segundo poste, Zé Louro, que finalizou bem, estabelecendo o empate na partida.
O S. João reagiu ao empate, privilegiando a posse de bola e as movimentações ofensivas, mas sentindo dificuldades para criar situações de finalização. O Alcaria, por seu lado, ia respondendo em rápidos contra-ataques. Seria o S.João a adiantar-se, de novo, no marcador, quando ainda restavam 6 minutos para jogar, numa excelente acção individual na ala. O Alcaria empatou volvidos 2 minutos, após uma recuperação de bola de Laranjeira, que em situação de 1:0 finalizou bem, empatando a partida, resultado que se verificava ao intervalo.
Na segunda parte, o S.João entrou disposto a marcar cedo, pressionando alto o Alcaria e criando situações de finalização através de boas combinações ofensivas. Foi o “período” de jogo mais “delicado” para o Alcaria, com Barbosa e Mipi a evitarem o golo em duas situações. A partir do 4º minuto da segunda parte, seria o Alcaria a criar as situações mais evidentes de golo, com várias oportunidades de se adiantar no marcador. Primeiro foi o GR do S.João a “tirar” o golo a Zé Louro, ao segundo poste, depois foi Ricardo a finalizar bem para mais uma defesa do GR do S.João, após uma boa combinação com Laranjeira, em situação de contra-ataque 2:1, por fim, Laranjeira a falhar ao segundo poste, após remate de Malheiro, quanto restavam 2 minutos para o final da partida.
O último minuto de jogo foi “recheado” de emoções, com as duas equipas a poderem chegar à vitória final. Primeiro, foi o S.João, a 30 segundos do fim, desperdiçando um livre de 10 metros…e quando restavam 15 segundos para jogar foi Laranjeira a atirar por cima, em mais um livre de 10 metros desperdiçado.
No final, um resultado justo, que premeia a postura das duas equipas, num jogo em que apenas faltaram os golos a dar outro “colorido” ao marcador.
Tudo em aberto para a A.C.Alcaria, que nesta jornada, apesar de manter a mesma posição, ganhou pontos a adversários directos, ficando, no confronto directo, em vantagem em relação ao S.João, pela vitória obtida na primeira volta.
13 janeiro 2006
12 janeiro 2006
14ª Jornada (S.João - Alcaria)

A Concentração para o jogo da 14ª Jornada, em Coimbra, frente ao S. João será no dia 15 de Janeiro, pelas 9 horas e 15 minutos (com o café já tomado), na Sede da Associação Cultural de Alcaria.
O almoço será pelas 12 horas, algures entre a Covilhã e Coimbra, estando o jantar previsto para as 20 horas, na Sede da Associação Cultural de Alcaria.
A Convocatória é a seguinte:
1 - Barbosa
3 - Kim Tó
4 - Macedo
6 - Ricardo (Cap.)
7 - Mipi
9 - Marco
11 - Zé Louro
12 - Nhegas
13 - Malheiro
15 - Laranjeira
NOTA: Não se esqueçam de ir "equipadinhos" com os "equipamentos" que a A.C.Alcaria disponibilizou para as deslocações.
A.C.Alcaria - A.A.U.B.I.

Dia 12 de Janeiro (Quinta-feira), decorrerá, no Pavilhão da Associação Cultural de Alcaria, um "jogo treino" entre a equipa "da casa" e a equipa da Associação Académica da Universidade da Beira Interior, que compete na Liga Universitária de Futsal.
O objectivo do treino será assimilar os conceitos trabalhados durante a semana, referentes ao "novo" Modelo Defensivo de Jogo.
10 janeiro 2006
Tribuna Desportiva (Alcaria fora da Taça)

Em partida a contar para 2ª eliminatória da Taça de Portugal, o Alcaria recebeu no seu Pavilhão a equipa do Nacional da Madeira, formação que também milita na III Divisão, mas na Zona Sul, e perdeu por 3 bolas a 1.A equipa da casa, orientada por Paulo Goulart, cedo assumiu as despesas do jogo. Mas viria a ser o Nacional da Madeira, com um contra-ataque traiçoeiro, a inaugurar o marcador, quando estavam apenas decorridos 4 minutos de jogo.
A partir do golo, e a correr atrás do prejuízo, a equipa da casa tomou as “rédeas” da partida, e por 2 vezes o ferro da baliza de Marco Tavares negou o golo aos homens da casa, isto ainda antes dos 10 minutos de jogo.
Com uma pressão alta, em situação defensiva e com uma boa organização ofensiva, os jogadores da casa dominaram por completo o seu adversário durante todo o 1º período. Fruto desse domínio, Zé Mateus quase chegava ao golo após um bom entendimento com Xina na marcação de um pontapé de canto, mas uma defesa enorme de Marco Tavares negou o golo ao nº. 10 de Alcaria. Contudo, o mesmo jogador, volvidos apenas 2 minutos remata forte, fora do alcance do guarda-redes do Nacional e estabelece a igualdade a uma bola.
Até ao intervalo, foram os da casa que mais procuraram o golo, mas a inspiração de Marco Tavares e a boa solidez defensiva da formação madeirense não permitiam que o Alcaria saísse em vantagem para o tempo de descanso.
Se durante o 1º período o Alcaria dominou o seu adversário e merecia lago mais do que o empate, no 2º tempo o Nacional surgiu mais determinado e com 2 golos madrugadores, deitou por terra as esperanças do Alcaria em seguir em frente na Taça de Portugal. Até porque, ao longo dos últimos 20 minutos, o Nacional da Madeira demonstrou uma excelente coesão defensiva segurando a vantagem até final.I
sto, apesar de nos últimos 2 minutos, e somente aí, os jogadores de Alcaria evidenciarem que poderiam ter saído em vantagem deste jogo, com outro resultado.
Para os de Alcaria, agora segue-se a árdua tarefa da manutenção no 3º escalão do Futsal português.
Hélder Lopes
in “Tribuna Desportiva"
09 janeiro 2006
Alcaria - 1 Nacional -3 (Jogo ou Caso de Polícia?)
Infelizmt + k 1 jogo,diria k foi 1 Caso d Policia (ou d GNR,neste caso).Apesar d ñ influenciar directamt o resultado, a arbitragem estragou 1 tarde de desporto,em k o atipico tb s verificou neste plano...Ñ é normal 1 arbitro agredir verbalmt kem ker k seja,kd está a desempenhar as suas funçoes d arbitro,mt - alguem k s encontra cm espectador e ñ é interveniente no jogo.
O arbitro quis dar nas vistas e conseguiu-o (e de k maneira).Triste figura fizeramestes arbitros, mas tristes cm estes ha mts + por ai e,infelizmt, iremos ver + destas "palhaçadas" e faltas d respeito,pelas regras e pelo civismo,no futsal distrital e nacional.
É importante k s faça algo d forma a proteger a verdade desportiva,o civismo e até mm jogadores e "alguns directores" (agentes desportivos)para k o futsal ñ s transforme em "matrakilhos",controlados por agentes, k s designam agentes desportivos, mas k s deviam designar agentes economicos, pois é de $ k s trata nestes casos, por esse país fora.
Mas d k vale falar,contestar, s para isso temos k pagar quantias exorbitantes...pois é,tem k s pagar pa s ser ouvido e pa s ter razao,daí o poder tar spr do mm lado,do lado dos k têm + $ e k o dão a kem decide.O Futsal, o Desporto, o País...são a imagem da corrupçao.
Porem é bom ver k continua a haver gente seria e honesta nestes meios.É com eles k devemos fazer a festa do futsal,do desporto e do civismo...sim pk mais do k sermos desportistas, somos Homens!
Saudações Desportivas!
08 janeiro 2006
Taça de Portugal (Alcaria - 1 Nacional -3)
A contar para a Taça de Portugal, Alcaria recebeu no seu Pavilhão a equipa do Nacional da Madeira. Uma prova com responsabilidades diferentes para a equipa, mas apresentando-se com a postura habitual, disposta a discutir o resultado e a ganhar o jogo.
Desta forma, o jogou iniciou-se com algum ascendente do Alcaria, no que diz respeito a posse bola e tempo de ataque, com uma boa réplica por parte do Nacional, sempre em contra-ataques rápidos e objectivos. Fruto de um dos contra-ataques, viria a adiantar-se no marcador, aos 4 minutos, explorando com eficácia um erro de transição por parte do Alcaria.
A partir daí o domínio do Alcaria intensificou-se, fruto da sua defesa alta e pressionante, não dando tempo nem espaço para o Nacional definir as suas situações de ataque. No entanto, quer fosse por ineficaz finalização ou por precipitada tomada de decisão, o Alcaria não conseguia traduzir em golos o seu domínio, continuando o Nacional a explorar situações de 3:2, em contra-ataques perigosos.
Quando restavam ainda 6 minutos para o intervalo, o Alcaria conseguiu empatar o jogo, através de uma iniciativa individual, com Zé Mateus a rematar forte e colocado.
Ao intervalo registava-se um empate, que traduzia aquilo que se tinha passado na primeira parte, mais por demérito do Alcaria do que por mérito do Nacional.
Na segunda parte, e quando se esperava que a toada do jogo se mantivesse, foi o Nacional a adiantar-se novamente no marcador, perante a apatia da equipa de Alcaria. Assim, no espaço de 2 minutos, o Nacional conseguiu a vantagem de 2 golos, registando-se 1-3 no marcador.
Ainda com muito tempo para jogar, o Alcaria procurou diminuir a vantagem, sempre com muitas dificuldades nas acções ofensivas e nunca se encontrando nas acções defensivas. Por seu lado, o Nacional, em rápidos contra-ataques, procurava “matar” o jogo com o quarto golo. Até final da partida, as situações de perigo perto da baliza do Nacional foram-se sucedendo, com a equipa de Alcaria a revelar muitas dificuldades na finalização.
No final, um resultado justo, que afasta o Alcaria da Taça de Portugal, centrando-se agora no objectivo único do Campeonato.
06 janeiro 2006
Balneário

Para dilapidar qualquer dúvida que ainda pudesse subsistir, uma foto “histórica” do “enorme” Sporting Club de Braga, datada de 1932. Prova de que é um “grande” clube do Futebol Português.
04 janeiro 2006
Evoluir em 2006!
Cm amigo, desejo a tdos os k estão ligados à ACA 1 Bom 2006,xeio de saude e felicidade!
Cm Director da ACA, k alcancemos o objectivo k tds temos em comum (em 1º lugar está o colectivo!).
E cm Amante do Desporto, k sejamos cd vez + produtores e - consumidores, ñ só para levarmos esta modalidade para 1 patamar cd vez mais alto, cm também para encarar a modalidade e o desporto em geral cm 1 forma d ser e d estar na vida.
É importante reflectir no k fazemos pa atingir os nossos objectivos e na forma cm keremos ser vistos por todas as pessoas.
Espero k este blog seja para evoluirmos e ñ para regredirmos.
Aprendemos com akilo k os outros fazem e evoluimos com a forma cm reagimos!
Saudações Desportivas!
03 janeiro 2006
Taça de Portugal
Próximo Sábado, dia 7 Janeiro, defrontamos para a Taça de Portugal, o Nacional da Madeira. Um jogo com características diferentes do Campeonato, o “grande” objectivo da A.C.A. para esta Época. No entanto, defrontamos um adversário de nível idêntico (compete na III Divisão, tal como nós, e acumulou menos 2 pontos do que nós), o que nos permitirá encarar o jogo da Taça com a tranquilidade de quem sabe que, será apenas uma etapa na preparação para o jogo que nos interessa ganhar e para o qual nos estamos a preparar, o do Campeonato, em Coimbra, frente a um adversário directo.
Em relação à equipa do Nacional da Madeira, pelas estatísticas que nos apresenta, permite-nos analisar determinados parâmetros de jogo:
. Uma equipa que marca poucos golos, o que poderá traduzir uma fraca capacidade ofensiva, quer seja pela má resolução de situações de contra-ataque ou pelo mau planeamento do ataque organizado. A jogar contra uma defesa alta e pressionante, poderão sentir dificuldades em definir as situações ofensivas.
. Uma equipa que sofre poucos golos, o que poderá traduzir um domínio das situações defensivas, quer seja pela limitação do tempo para decidir (defesa pressionante), quer seja pela limitação do espaço por onde progredir (defesa baixa). Estaremos atentos, de forma a adaptar as nossas situações ofensivas (3:1 ou 4:0), a qualquer um dos modelos defensivos do adversário.
Analisando os resultados obtidos pelo adversário, concluímos que é uma equipa que empata muitas vezes, e nunca ganhou por vantagem superior a 1 golo. Variável que revela também, a sua fraca capacidade ofensiva.
Assim sendo “assumiremos” as despesas do jogo (até porque jogamos em casa e em nossa casa mandamos nós), procurando desde o início pressionar o adversário o mais longe possível da nossa baliza, tentando recuperar a posse de bola o mais rápido possível, de forma a ganhar a vantagem no marcador que nos permita gerir o jogo até final, mantendo a rotação de plantel que tem sido habitual.
Apenas uma “antevisão” do que poderá ser o jogo, como forma de “anteciparmos” as decisões a tomar, no próprio jogo.